O princípio de resquísios da comunicação de guerra.

As pessoas que fazem o mal e continuam a repetir o mesmo mal acreditando que estão fazendo a coisa certa, não possuem a clareza e dificilmente sabem distinguir uma opinião boa de uma ruim. Acostumadas a enganar as pessoas, não sabem que se continuarem a fazer as mesmas bobagens irão pagar caro o preço de sua liberdade, se ela um dia existir.

O mundo pune severamente aqueles que desejam o mal e continuam a plantá-lo. Seja com a loucura, com a prisão, com a miséria, com a solidão. Pessoas que pensam em se vingar de um mal sofrido com certeza irão pagar muito caro, até mesmo com a sua vida, dos seus filhos, de toda a sua família.

Um ponto positivo é saber que a pessoa sempre será defendida quando ela for boa consigo mesma e com o próximo. Se há um planejamento de dividir a sociedade entre os certos e os errados, os certos usarão de tudo para fazer a vida de quem está errado ficar pior. Mas estar certo ou errado não é uma questão de raça, credo, nível social ou sexo. Quem é certo é aquele que não pune o mal ferido, já que é isso que o mal espera.

As pessoas mal intencionadas não conseguem perceber a bondade quando ela está diante de seus olhos, ou seja, serão sempre temerosas e nunca terão a verdade diante de si. Ou seja, não evoluem e tentam a todo custo escravizar as pessoas pelo poder fantasioso da mentira. Quando são desafiadas perdem o instável controle e mostram completamente a sua sede, que pode ser de razão, afeto ou de ter um futuro.

O ponto é tão crítico que as pessoas que cuidam dela, sejam familiares, amigos ou cientistas, chegam ao ponto de achar que a morte é a única solução para uma cura. Acostumadas a mentiras e falsidades, não enxergam a beleza do mundo, mas sim, encarnam o papel de vilão querendo sempre tirar, sugar, e nunca dar. Tem em mente que a exploração humana é um fato constante. Pessoas livres que falsamente se submetem a uma pessoa dessas, terão um desgaste físico e emocional muito grande, por não terem a chance de aprenderem realmente já que as palavras não correspondem aos fatos, a realidade.

Geralmente pessoas doentes de má índole aprendem a tratar o mal com o mal, a desgraça com a desgraça. O sentimento de amor e de carinho somente é para as pessoas livres e de boa fé, que sabem da responsabilidade de uma vida, de uma família, sociedade. As pessoas doentes são enfraquecidas pelo medo de sofrer a dor novamente. Sentem um peso muito grande, deixando-as paralisadas diante da realidade. O grande problema é que uma pessoa doente de má índole muitas vezes não entende senão utilizando da mesma linguagem que ela utiliza para escravizar as pessoas. Ou seja, para que a pessoa doente entenda, o cientista deve entrar em seu mundo, já com o domínio dos artifícios que ela utiliza para dominar a mente pela imposição do medo.
Para que o cientista estude o caso ele precisa ter o distanciamento científico necessário e utilizar das técnicas verbais, corporais, auditivas e de gustativas. É claro que o cientista da comunicação irá ter em sua base teórica a intensa interdisciplinaridade para identificar os códigos sociais que conduzem a mente das pessoas.

A pessoa não nasce nem boa nem má. Ela possui entradas sensitivas. A pessoa é conduzida pelo arranjo e movimento constante dos seres humanos e natureza. Cada pessoa tem o poder de escolher o que quer para si, desde que tenha o poder de dizer sim ou não a uma situação externa.

Quando uma pessoa pertence a um grupo social delimitado por pessoas e espaço ela terá durante toda a vida a segurança necessária para viver em paz. Mas a partir do momento que diferentes grupos sociais trocam relações, as interações podem criar choques, já que cada grupo possui um código específico que não quer ser alterado já que pode causar o risco de desequilíbrio de desmanche de todo o grupo.

Mas este desequilíbrio e medo na miscigenação entre diferentes grupos ocorre pela ação doentia de pessoas que dizem que são uma coisa e não são. São os falsos médicos, os falsos farmacêuticos, os falsos motoristas. Eles nunca convivem entre os homens que são de verdade e estão sempre utilizando de seus falsos e doentios conhecimentos para subjugar as pessoas que acreditam falsamente dependerem dele.

Uma pessoa de má índole doentia pode ser reconhecida quando posta em prova os seus benditos dotes. E uma somente recebe o que dá.


Princípio da comunicação na mente das pessoas doentes de má índole.

A sociedade possui regras que são estabelecidas por lei. Possui também uma constituição. Enquanto a lei penal não estiver de acordo real com o bem estar social proposto na constituição, as pessoas doentes de má índole irão estar utilizando de seu falso poder para adquirir bens materiais e imateriais com o único objetivo de escravizar o próximo em seu benefício.
Esse falso poder doentio é passado com o objetivo de perpetuar a subordinação entre o doente que possui o bem cultural-material sobre a pessoa sadia, até que a pessoa subjugada desista e acredite mesmo contra vontade que não há esperança senão viver cometendo os mesmo crimes que sofreu. Ou seja, um retrocesso histórico na evolução humana, que não deixa o ser humano livre de seus próprios medos, angustias e aflições.

O mundo pela ação da comunicação possui e deve ter uma intensa rede de comunicação que faça as pessoas se conhecerem mais e que assim, aprofundem seu conhecimento à realidade. A mente de má índole doentia é resultado de uma comunicação milenar, baseada na conquista de novas terras e escravos. Hoje, o ser humano após ter conquistado o mundo e de ter satélites espalhados em torno da terra, não possui mais a necessidade de conquistar este planeta, já que ele é totalmente conhecido. Ou seja, a mente doentia de má índole é o resultado histórico de um mundo onde a ignorância afetiva e racional fazia os seres humanos se distinguirem pela raça, credo ou território, justificando assim, todos os tipos de opressão para a subjugação humana.

O ser humano quer o espaço. Não se justifica mais a necessidade de subordinação de ser humano por outro ser humano. Não há como pensar o infinito se o planeta terra não for um local seguro para a vida humana crescer e viver, já que é como ir para o trabalho e não ter como voltar para casa, ter um filho e ele morrer, ter um carro e morrer em um acidente ou achar que as drogas farão a vida ficar mais fácil e feliz enquanto a razão é paulatinamente destruída.

O ser humano precisa ter o princípio que deve sempre dar quando o outro merece. Mais como saber que o indivíduo merece ou seu pedido? Pela sua dedicação, pelo seu empenho, pelo seu carinho, pela sua virtude, pelo seu trabalho, pelo seu amor.

Para que isto aconteça, o poder de decisão de dar ou não um bem material ou cultural deve estar sempre nas mãos daquele que realmente tiver o poder de decisão, de ação, de conquista. Nunca um corredor em mérito poderá ensinar outro jovem corredor se nunca correu antes. Nunca um professor poderá ensinar se não estudou o suficiente para ensinar seus alunos. Mas para que as pessoas que tenham mérito genuíno estejam no controle da responsabilidade de um grupo interessado em seu bem material-cultural, deve-se antes, acabar com o preconceito de raças, credo ou social, já que, historicamente tudo valia para preservar o grupo do ataque de outro grupo rival, coisa hoje desnecessária e ultrapassada, já que estamos conectados mundialmente pelo poder da comunicação.

O trabalho é árduo e precisará de tempo para um esclarecimento de todo o planeta. É necessário que cada região do mundo esteja pronta para evoluir e crescer dentro de sua comunidade respeitando os princípios da vida, da proteção a criança e de não matar utilizando a passionalidade como fraqueza a uma resposta errada que faça mal a outro.

O fim das guerras, o fim da fome, o fim da miséria, o fim do preconceito racial. É necessário que o ser humano utilize a razão para decodificar os códigos de cada sociedade e assim misturar os conhecimentos, aproveitando a cultura que hoje é planetária para a construção de uma autêntica cultura terráquea.

Tudo que é passado é espiritual. Tudo que é presente é sentido. Tudo que é futuro é razão. O ser humano não consegue sentir o futuro senão o imaginar, mas não há realidade sem antes houver o sonho. O passado serve para distinguir o que é bom e mal, o que devemos refutar ou aceitar como tradição e espiritualidade, que representa um povo, uma sociedade e que a faz ser autêntica dentro de seus limites geográficos.

Um exemplo:
Os indígenas têm a tradição do cigarro. Os homens adultos fumam. Outros povos se utilizarem da mesma tradição não se adaptarão pelas diferenças biológicas. Assim como o indígena não deve comer açúcar, já que irá estragar os dentes por causa de seu hábito de fumar. Assim como o branco não pode agüentar o sol da África Central, assim como um africano não moraria no pólo norte junto aos esquimós.

Mas é possível desconstruir esta minha afirmação com as exceções. Mas as exceções não representam o grupo e a adaptação dever ser espontânea e não forçada para que não haja deterioração humana de um grupo.

A realidade da razão humana deve estar acima do conceito de territorialidade. Não é possível
pensar no infinito sem a segurança que os males que atingiram o ser humano no passado continuem existindo. Ou seja, quem merece tem, quem não merece não tem. Mas o merecimento não é um objetivo, um fim, mas sim um constante trabalho na manutenção e cuidados do que quer adquirir para si. Para merecer algo, deve-se estar ciente que há três períodos na obtenção do bem material-cultural – o seu passado ( pela tradição é incutido o sonho na pessoa), o seu presente ( o sentimento que a conduz ao que recebe pela utilização dos sentidos expostos à comunicação universal), e o futuro (o objetivo que a faz querer sempre que este bem adquirido permaneça e cresça sem ser destruído).

Quando se fala em destruição, volta-se a falar do aspecto maníaco doentio de má índole. Enquanto o ser humano for problema para si mesmo não haverá chance para a conquista do infinito.

O ser humano deve dar aos que querem aprender, já que terá o poder de dizer sim ou não à aquele que quer aprender. Se o ser humano conseguir parar de se autodestruir ele será a chave de sua própria felicidade.

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