Relações entre os selfs masculino e feminino na mulher


Leonardo Tolomini Miranda
Doutor e Cientista da Comunicação
98183273
Universidade Federal de Santa Catarina - Brasil
leotolomini@gmail.com









É preciso saber que, em uma visão madura do indivíduo mulher, ela possui quatro tipos de selfs, um masculino e feminino de ação, de domesticação e controle, que são ensinados pelo indivíduo homem seu objeto de desejo. Em situação reflexiva, ela oferece ao seu objeto de desejo como retribuição os seus selfs femininos e masculinos que guarda em si, como representação de sua glorificação como ser homem, de forma íntima, que a faz ser conectada sexualmente, criando a representação concreta de seu flerte, namorado, noivo, marido, pai, avô, bisavô, isso materializando sua força de guardar, de ser um ventre, uma casa, suas riquezas abstratas.

O homem precisa, deve, cuidar e por fim entregar em vida, o seu ensinamento à sua mulher a ter ferocidade em seus selfs, in female, de sua representação com a intenção de domesticar, primeiro, seu objeto de desejo físico carnal, homem, depois sua representação social do que isso o seja. Com essa materialidade consentida, primeiro, sensivelmente entre o casal, carnale, depois em união de duas famílias em noivado que se conhecem e dialogam com maturidade, entrelaçando seus conhecimentos de como suas tradições devem ser repassadas, isso em bens culturais e abstratos, para que o casamento seja viável matrimonialmente, com conforto sensível representado pelos seus bens abstratos e com a consciência do dever de continuar a desenvolver o esmero, o trabalho dos seus talentos, dons culturale.

Sendo assim, com este suporte o casal irá constituir a sua família usando os necessários bens abstratos e suficientes bens culturais, em que consigam estes serem totalmente úteis e que, dentro das escolhas individuais deste casal, possam assim constituir um núcleo de identidade própria que irá dialogar com seu meio social, trabalho e familiares. É fundamental considerar que a satisfação de um casal somente pode ser divida entre si, em intimidade, primeiro carnal, familiar, trabalho e social, em que os seus signos de representação somente são entendidos em tais e exclusivos grupos definidos. Ou seja, o tipo de relação somente pode ser entendida dentro de sua representação de grupo e jamais o casal deve usar a força aprendida em outro meio para subjugar outro meio, mais sim, orientar, educar e fortificar o que é, e paulatinamente, deixará de ser temido pela força do desconhecido.

A doença é quando a representatividade masculina e feminina destes selfs da mulher não é o seu principium originale para seu objeto de desejo homem. Ela então, sequencialmente, com seu instinto, sensibilidade e razão (observar caráter cíclico e evolutivo entre erros, perguntas, reflexão e respostas) não encontra em sua família nuclear estas respostas, depois socialmente (Estado, Escola, Igreja) e assim, finalmente, socialmente, começa a ser criado as malatias degenerativis como primeiro e básico sinal a redução da imunidade biológica, abrindo uma brecha, mais profundamente, uma entrega, para quaisquer tipos de doenças de ações físicas, assim esperando que em socorro instintivo seja socorrida, tratada e cuidada pelo seu objeto de desejo masculino que a é negligenciado.

O corpo como instinto, total inaptidão de elaborar suas próprias respostas, o ser humano em sua face mais próxima do reino animal selvagem. O segundo ataque é ao ser sensível, que é o abstrato. Com a resposta à sua doença física de morte iminente, isso, evidente, dentro de sua ausência de compreensão, ela passa a despertar dentro de si o sensível, o carinho, o esmero, a beleza, a arte, tudo aquilo que possa atrair à sua companhia, para seu bem estar, porém ainda de forma imatura, mas já com sua sensoriedade desperta, o que a faz querer, criar o impulso, a vontade, a força inicial que faz crescer, isso inicialmente e fisicamente aos cinco anos, pois a partir desta idade seu impulso corporal é expandido, rompendo o instinto, dando início à busca da abstração total ao seu corpo feminino, representado pela domesticação própria e total, higiênica e material, de sua menstruação.

Aqui é onde o ataque é de impulso esquizofrênico, pois tudo o que a é abstrato é sonegado, furtado, iludido, ela deixa de ter o cuidado com o seu interior, do ventre, a representação máxima do guardar, iniciando com a visível falta de cuidado próprio, dentro de sua abstração, que a faz sentir vergonha de si mesmo, falta de coragem, inaptidões de iniciais e crescentes de relações sociais construtivas, confortadoras, chegando ao ápice da sua identificação como o feio, lixo e podre, assim morto, isso em sua imagem mental própria, doméstica, e por fim, socialmente.

O tratamento deve impulsionar a mulher, de forma rígida, objetiva e final, já identificado em maximus certus qual é a sua representatividade mental de objeto masculino de desejo, o início da busca, primeiro, higiênica à si e a seu meio, depois pelo olhar, lembrar, adquirir e cuidar a materialidade doméstica e social deste objeto, e por fim, o encontrar, dentro da reconstrução nuclear e familiar, concomitante à sua conjunção social. Casos graves precisam de isolamento, realocamento e construções de novas relações.

Instinto, impulso, por fim, seu ser racional


A mulher então, com seu instinto e seu impulso domesticados, sendo certamente a construção da sua moldura mental, então é iniciada sua construção racional já consciente de seu objeto de desejo masculino. É importante e fundamental que toda a sua representação instintiva é dada de forma sonora, entre o saber e não saber, o sensível sendo a sua visão, entre o ter e não ter, agora é o momento de usar a razão para conjugar o seu saber e o seu ter para guardar definitivamente seu objeto de desejo masculino.

A construção da família e sua contínua durabilidade o é assim representada, sendo então este homem que prazerosamente domestica seu ventre e a faz usar da reflexão, da crítica e da expressão, de seu saber, já em comunhão com o seu ter material, para o cuidado com o casal, família e seu meio social que a ambos sejam satisfatórios, desde que, saiba, usar de seu instinto para despertar a abstração de seu homem e de sua abstração para despertar o instinto dele. Ela então o faz maturar para a proteção de sua plenitude em família e social, sendo que, a domesticação de sua família e social na ausência física dele é dada pela sua já consciente materialidade (Estado, trabalho, religião) em que sente materializar seu saber, poder e ser que foram sentidos na retribuição satisfatória dela a ele se entregar em rigidez e paz em seu ventre. Assim ela saberá o que representar, desenhar mentalmente em sua já definida moldura e, por objetivo ser a mais bela em sua individualidade. O saber de sua abstração revela o seu ter, que desperta o instinto dele, que ela sabe que deve o seduzir, o amansar e apaziguar. O instinto dela, revela nele o ter dele, a sua abstração, a materialidade do que ele realmente possui e que é domesticado e respeitado socialmente, sendo estas as suas referências e direções, por onde seguir, com quer conversar, como estar em plena segurança e sem medo, de sua, inicialmente violação do ventre, doenças e morte.

É fundamental ter a convicção que o self masculino na mulher no lar é seu instinto, seu saber. Seu self feminino é sua abstração, seu ter. Que o self feminino do homem em sua plena relação de entrega é o self masculino social da mulher, o ter social dela. O self masculino do homem, que é o seu ter, é o self feminino da mulher, que é seu saber, que deixa de ser instinto e passa a ser intuição.

A ruptura deste elo e a formação das patologias psico-domésticas-sociais


A identidade feminina sempre corre o risco de ser corrompida, ventre (psico), familiar (doméstica), corruptível (social). É evidente que instinto, o ter, o poder (razão) do homem estejam sempre operando, construindo, direcionando comportamentos de seu fundamental objeto de desejo que é a mulher. Ela sempre será objeto de desejo de um homem mais forte que, invariavelmente, a encontra e deflagra sua cobiça na fragilidade do self masculino que a representa ou na impulsão de irracionalidade do self feminino do homem representado nela.

Estando, invariavelmente, este homem cobiço doente, ele busca nesta mulher a sua transferência de malatium, vendo nesta mulher sua possível cura, porém, isso revela sua mais profunda agressividade instintiva, destruidora, reduzindo-se, pasmem, mais perigoso que um animal irracional selvagem. Ele então começa a construir toda uma engrenagem, inicialmente social, material e por fim, de violação in satanius para que esta mulher tornar-se inicialmente, corruptível, negligenciadora e por fim assassina. Seu objetivo máximo é a destruição da vida, que é a geração da vida criada pelo ventre materno, depois dos lares, que é a ruína e miséria absoluta do que representa, sensorial e abstrato, da sua criação, tento, por assumir neste ponto, primeiramente a destruição do Estado, depois do trabalho e por fim, a representação de Deus em terra, que é a religião, este que figura como cuidador, supremo a todos os seres que nele habitam, sendo o planeta terra in apocalipisum o fim deste impulso in satanius de qualquer indivíduo homem que haja nesta terra e que deva ser, imediatamente, castrado em seu impulso violador, depois irreconhecível em quaisquer abstração que o cerque e por fim, despido de nenhuma razão, com configuração totalmente e conscientemente mais forte, sendo simetricamente opostas, para que ele seja extinto.

Uma mulher doente, em frestas até profundamente, deve ter por início concreto a reconstrução sensorial, instintiva desta violação, sendo assim, respondida pelo seu objeto de desejo furtado, havendo uma redução total ao seu momento pré-sensível. Sendo assim, ela voltará a ter o impulso de retornar a sua higiene e domesticação menstrual total, para voltar a receber em materialidade seu objeto de desejo. De início, ela com seu objeto de desejo em companhia pré-segura, em seu ventre, possui uma socialpatia que ele violará ventres de outras mulheres, mas neste momento ela é então em “lua de mel”, em total companhia deste seu seguro objeto de desejo em que, ela, conforme sua sede de vingança ao seu violador e ao medo que seu objeto de desejo se torne o mesmo, o casal passa a ser, ele, domesticador de instintos de impulsos instintivos dela e ela passa a encontrar em seu resfriamento pré-sensorial, com constantes e crescentes construções abstratas, a olhar seu objeto de desejo de pouco a totalmente materializado no homem que está agora em núcleo. Por fim, ela inicia a cuidar de si, de seu homem em núcleo, de sua casa, de sua família e de suas relações sociais, em crescente forma sadia, voltando a ter um elo à vida. Para estabilizar definitivamente esta mulher, o seu eu, núcleo, casa, família, relações sociais, devem estar sendo amparados concretamente no sentido oposto pela, religião, educação, Estado, para que seus traumas sejam transformados em abstrações domesticadas por ela mesma e, mais consciente, forte e capaz, para que creia, definitivamente, que jamais o mesmo mal irá ocorrer a ela, sendo ela, seu núcleo, casa, família, sociedade, Estado, educação e religião, tudo onipotente.

Deus o mais inocente dos homens. Deusa terra, a mais frágil.

Comentários

Unknown disse…
Eu sou Paulo Fraga Silveira, arquiteto, pela minha formação não compreendi tudo, mas sensilvemente percebo o quanto há de estudo sobre toda sua reflexão, gostaria de estar compreendendo muito mais sobre os selfmasculinos e feminino na mulher. Por exemplo qual o significado de self no contexto ?
Gostei muito ! Parabéns !
Unknown disse…
Eu sou Paulo Fraga Silveira, arquiteto, pela minha formação não compreendi tudo, mas sensilvemente percebo o quanto há de estudo sobre toda sua reflexão, gostaria de estar compreendendo muito mais sobre os selfmasculinos e feminino na mulher. Por exemplo qual o significado de self no contexto ?
Gostei muito ! Parabéns !

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